O diagnóstico da Doença de Wilson é feito de
maneira relativamente simples.Os exames de laboratório são,
principalmente: nível de cobre na urina de 24 horas (maior do que 100
microgramas/24hs), cobre no sangue, contagem de ceruloplasmina no
sangue; verificação da existência do anel de Kaiser-Fleischer nos
olhos (nem sempre presente).Esse anel, quando presente, é sinal decisivo da
doença de Wilson; pode ser invisível a olho nu, por isso é necessário o exame
com lâmpada de fenda por um oftalmologista. Estes exames são os principais, e
muitos vezes bastam para o diagnóstico.
Se muito necessário, faz-se uma biópsia
do fígado (que revelaria mais que 250mg/grama de tecido hepático seco no
caso de existir a doença). Frequentemente, anormalidades no cérebro podem ser
diagnosticadas pelo exame de ressonância magnética: os gânglios da base e o
putâmen são os mais comumente lesados; cerebelo, córtex cerebral e substância
branca podem também estar envolvidos. Existem também alterações no PET
scan envolvendo uma diminuição do consumo de glicose. Existem também
alterações microscópicas características (presença de glicogênio nuclear,
esteatose macro e microgoticular e fibrose). Quando há uma hepatite fulminante
na doença de Wilson, estão presentes Corpúsculos de Mallory e necrose hepática
submaciça.
Os testes podem diagnosticar a doença tanto
em pacientes com sintomas, como naqueles que não apresentam nenhum sinal da
doença.É muito importante fazer o diagnóstico da Doença de Wilson o mais cedo
possível, para evitar sérios danos no fígado mesmo antes de quaisquer sinais da
doença se manifestarem. Pessoas com a Doença de Wilson podem falsamente
aparentar excelente saúde.
Para os parentes não afetados
(assintomáticos), um exame de urina deve ser feito aos cinco e outro aos quinze
anos de idade.A averiguação para um baixo nível de ceruloplasmina e de um
funcionamento anormal do fígado pode ser feita aos dois anos de idade. 20% dos
heterozigotos (portadores), também têm baixo nível de ceruloplasmina no sangue,
como os doentes de Wilson.
Todos os irmãos, tios, tias, filhos, sobrinhas, sobrinhos e primos devem fazer o teste para a Doença de Wilson. Os doentes de Wilson podem não apresentar nenhum sinal, sintomas ou evidências da doença.No entanto, todas eles, com traços mínimos ou não aparentes da doença, sempre acabarão ficando muito doentes e eventualmente morrerão se não forem tratados.
Os testes são simples e seguros.Há excelentes tratamentos disponíveis.
O descaso com o tratamento da Doença de Wilson provoca deficiências graves e eventualmente até a morte.
Todos os irmãos, tios, tias, filhos, sobrinhas, sobrinhos e primos devem fazer o teste para a Doença de Wilson. Os doentes de Wilson podem não apresentar nenhum sinal, sintomas ou evidências da doença.No entanto, todas eles, com traços mínimos ou não aparentes da doença, sempre acabarão ficando muito doentes e eventualmente morrerão se não forem tratados.
Os testes são simples e seguros.Há excelentes tratamentos disponíveis.
O descaso com o tratamento da Doença de Wilson provoca deficiências graves e eventualmente até a morte.
ATENÇÃO
Todas essas informações são apenas uma apresentação da Doença de Wilson e seu tratamento. Não substituem, de maneira nenhuma, uma orientação médica.
Consulte sempre o seu médico.